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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

PPG Arte e Cultura Visual: nova página



Esta é a nova página do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual. Ainda sendo montada, está quase pronta! 
Vocês já deram uma passadinha por lá? Este é o link: http://culturavisual.fav.ufg.br/
O antigo endereço redireciona para este.



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Visualidades: Chamada para contribuições/Call for papers 2014

Chamada para contribuições/Call for papers 2014
Visualidades

ISSN  impresso 1679-6748 | on-line: 2317-6784
Editora: Rosana Horio Monteiro
Classificação Qualis/Capes
Artes/Música: A2 / Interdisciplinar: B1 / História: B2

A revista Visualidades, publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais (FAV|UFG), está recebendo originais, sob a forma de artigos, relatos de pesquisa, entrevistas, resenhas e resumos de dissertações e teses, para as duas edições de 2014.

As contribuições originais — em português, espanhol, inglês ou francês — devem ser enviadas até 31 de março.

Números anteriores da revista podem ser consultados em:

Para outras informações: revistavisualidades@gmail.com

Normas para autores/Authors guidelines

Os originais, sob a forma de artigos, ensaios visuais, relatos de pesquisa, entrevistas, resenhas e resumos de dissertações e teses, serão avaliados preliminarmente pelo Conselho Editorial quanto à pertinência à linha editorial da revista. Numa segunda etapa, as contribuições enviadas serão submetidas a pareceristas ad hoc. O Conselho Editorial reserva-se o direito de propor modificações no texto, conforme a necessidade de adequá-lo ao padrão editorial e gráfico da publicação.

Artigos e entrevistas deverão ter entre 4.000 e 9.000 palavras. Resenhas: até 2.000 palavras. Resumos de teses e dissertações: até 400 palavras. Relatos de pesquisa: até 3.000 palavras. Serão aceitas resenhas de livros publicados no Brasil há dois anos, no máximo, e, no exterior, há cinco anos. Serão aceitas também resenhas de filmes e exposições. As imagens para os ensaios visuais podem ser em P&B ou cor, com resolução mínima de 300 dpi.
O texto deve ser acompanhado de uma biografia acadêmica do(s) autor(es) em, no máximo, 5 linhas, e das seguintes informações complementares: endereço completo do autor principal, instituição à qual está ligado e e-mail. Essas informações devem ser enviadas separadamente.
Os trabalhos devem ser precedidos de um resumo de 5 a 8 linhas e 3 palavras-chave, ambos em inglês e português (os abstracts devem ser acompanhados pelo título do artigo em inglês). As resenhas devem ter título próprio e diferente do título do trabalho resenhado e devem apresentar referências completas do trabalho analisado.
Os textos deverão ser digitados no editor Microsoft Word (Word for Windows 6.0 ou posterior), salvos no formato Rich Text Format (rtf), com página no formato A4, fonte Times New Roman, corpo 12, entrelinhamento 1,5 e parágrafos justificados.
As notas devem ser sucintas, empregadas apenas para informações complementares e não devem conter referências bibliográficas. Devem ser inseridas no final do texto, antes das referências bibliográficas, e numeradas seqüencialmente.


Referências bibliográficas:

Quando o autor citado integrar o texto, usar o formato: Autor (ano, p.). Em caso de citação ao final dos parágrafos, usar o formato: (SOBRENOME DO AUTOR, ano, p.). Diferentes títulos do mesmo autor publicados no mesmo ano serão identificados por uma letra após a data (SILVA, 1980a), (SILVA, 1980b). As referências bibliográficas completas devem ser informadas apenas no final do texto, em ordem alfabética, de acordo com as normas da ABNT (NBR-6023/2000):

SOBRENOME, Nome. Título do livro em itálico: subtítulo. Tradução. Edição, Cidade: Editora, ano, p. ou pp.

SOBRENOME, Nome. Título do capítulo ou parte do livro. In: SOBRENOME, Nome do organizador (Org.). Título do livro em itálico. Tradução, edição, Cidade: Editora, ano, p. X-Y.

SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em itálico. Cidade: Editora, vol., fascículo, p. X-Y, mês, ano.

Documentos eletrônicos:

Para a referência de qualquer tipo de documento obtido em meio eletrônico, deve-se proceder da mesma forma como foi indicado para as obras convencionais, acrescentando o URL completo do documento na Internet, entre os sinais <  >, antecedido da expressão Disponível em: e seguido da informação Acesso em:

SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em itálico. Cidade: Editora, vol., fascículo, p. X-Y, mês, ano. Disponível em: <http://www>. Acesso em: dia mês ano.

Os originais, o currículo resumido do(s) autor(es), as imagens e um documento assinado com a cessão de direito de uso de cada imagem, quando necessário, devem ser enviados por e-mail em arquivos separados. As imagens devem ser gravadas no formato TIFF ou JPEG, com resolução mínima de 300 dpi. A permissão para a reprodução das imagens é de inteira responsabilidade do(s) autor(es). Cada autor receberá 3 (três) exemplares do número em que for publicada sua colaboração. Os originais não serão devolvidos aos autores.

A revisão ortográfica, gramatical e a adequação às normas da ABNT são de inteira responsabilidade do(s) autor(es). As colaborações para a revista Visualidades devem ser enviadas para o seguinte endereço:

E-mail: revistavisualidades@gmail.com (A/C: Cátia Ana Baldoino da Silva)

Authors guidelines

Submitted manuscripts, in the form of articles, visual essays, research reports, interviews, reviews, and abstracts from dissertations and thesis are initially assessed by the Editorial Board for relevance with the journal's editorial line. Following this initial screening, manuscripts are submitted to ad hoc reviewers. The Editorial Board is entitled to suggest changes to the texts, in case these need to meet the journal's editorial and graphic standards.

Articles and interviews must not have less than 4,000 and more than 9,000 words. Reviews must not exceed 2,000 words; abstracts from dissertations and thesis must not exceed 400 words; research reports must not exceed 3,000 words. The journal accepts reviews that were published in Brazilian journals up to two years prior to submission and in international journals up to five years prior to submission. Film and exhibition reviews may also be submitted. Images for visual essays may be provided in black and white or in color (at least 300 dpi).

Authors must include a brief academic curriculum vitae not exceeding five lines, stating: main author's full address, institutional affiliation, and e-mail address. This information should be provided separately.

Manuscripts must include a short abstract (5 to 8 lines long) and three keywords prior to the main text, in both Portuguese and English (abstracts must provide an English version of the text title). Reviews must have their own title and not be named after the work being reviewed; furthermore, they must include complete references of the work being reviewed.

Texts should be typed on A4 paper in Microsoft Word (Word for Windows 6.0 or later version) and saved in Rich Text Format (rtf), using Times New Roman 12 pt, 1.5 line spacing, and justified paragraphs.

Notes should be brief and refer strictly to complementary information; they should not contain references. They should follow the main text, prior to the References section, and be numbered in sequence.

References:

When the name of the author being quoted is part of the text, use the format: Author name (year, p.). In case of quotation at the end of paragraphs, use the format: (AUTHOR NAME, year, p.). A lowercase letter should be added to dates for texts published by an author in the same year: (SILVA, 1980a), (SILVA, 1980b). Full references should only be listed at the end of the text, in alphabetical order, in accordance with the norms provided by Brazil's technical standards association ABNT (NBR-6023/2000):

NAME, Forename. Book Title: subtitle. Translated by Forename Name. Edition. City: Publisher, year.

NAME, Forename. Title of chapter or part of a book. In: NAME, Forename of book organizer (Org.). Book Title. Translated by Forename Name. Edition. City: Publisher, year. p. X-Y.

NAME, Forename. Title of article. Name of the journal, city: publisher, volume, issue, p. X-Y, month, year.

Electronic Documents:

Referencing electronic sources follows the same format as that of print sources, but it should include information regarding the source's location on the internet. References should provide the document's complete URL, placed within graphic symbols <  > following the expression Available at: and before the access date (Accessed on:).

NAME, Forename. Title of article. Name of the journal, city: publisher, volume, issue, p. X-Y, month, year. Available at: <http://www>. Accessed on: day month year.

All submitted manuscripts, authors' curriculum vitae, images, as well as a signed statement declaring permission to reproduce each image, when required, should be sent by e-mail in separate files. Images should be saved in TIFF or JPEG formats in at least 300 dpi. Obtaining permission to reproduce images is the responsibility of the contributor(s). Each author will receive three copies of the issue in which the article appears. Manuscripts are not returned to their respective authors.

It is the sole responsibility of the contributors to proofread their texts as regards spelling, grammar, and ABNT editing guidelines. Manuscripts should be sent to the following email:

E-mail: revistavisualidades@gmail.com (to: Cátia Ana Baldoino da Silva)
arteeculturavisual@gmail.com

Programa de Pós-Graduação Em Arte e Cultura Visual
Mestrado e Doutorado
Secretaria:
Fone: 55 62 3521-1440
culturavisual@fav.ufg.br
www.fav.ufg.br/culturavisual




sábado, 13 de julho de 2013

visitantes especiais participam da intervenção Tramas no Jardim de Inverno da Biblioteca Central/UFG

O Seminário Pensamento Indígena trouxe muitas famílias para o campus Samambaia, da UFG. Durante uma semana, houve muitos encontros: cantos, danças, conversas, negociações. Todas as manhãs, um grupo se reunia no gramado para tecer cestos e outros objetos.


No dia 12 de julho, o grupo aceitou o convite para conhecer a Biblioteca Central, e intervenção artística realizada pelos estudantes do Núcleo Livre Oficina dos Fios, que denominamos Tramas no Jardim de Inverno.

Ali, foram tecidas delicadezas, durante toda a manhã. Cada um encontrou uma maneira de deixar sua marca, interagir, conhecer, ensinar.














Tempos de aprender, com sensibilidade.


Mirna, obrigada pela mediação!







quarta-feira, 5 de junho de 2013

AMBOS MUNDOS: Gê Orthof

A Galeria da FAV convida para a exposição individual AMBOS MUNDOS, de Gê Orthof.
Abertura e encontro com o artista no dia 10 de junho, às 17h30, na Galeria da FAV
Visitação de 11 de junho a 05 de julho de 2013, das 8h às 12h, e das 13h às 17h.
Faculdade de Artes Visuais, Campus II da UFG. Goiânia/GO
Telefone: (62) 3521 1445
galeriadafav@gmail.com











sábado, 20 de abril de 2013

Onde estão os 800 candidatos aos cursos de licenciatura, pela UFG?

Aos professores de artes visuais
 que se formaram no dia 18 de abril de 2013,
 cuja turma se chama Profª Alice Fátima Martins.

No último dia 18, colaram grau novos 20 professores de artes visuais, pela Faculdade de Artes Visuais da UFG. Meus queridos andarilhos, que compartilham comigo, mais que as utopias, o nome: deram-me a honra de tomar emprestado meu nome para a turma.

O percurso até o ritual de celebração da formatura foi cheio de descobertas, inquietações, sustos, aflições, encantamentos. Pensar a atuação profissional, descobrir-se educador, ou constatar que essa não é a sua praia fizeram parte da caminhada. Evoco a imagem de um dos filmes que vimos, em nossas aulas de estágio, O quadro negro, da cineastra iraniana Samira Makhmalbaf. Nele, um grupo de professores, levando quadros de giz às costas, segue por caminhos tortuosos, áridos, em busca de quem queira aprender. Suas jornadas são difíceis, e nem sempre conseguem realizar seus sonhos. Caminhamos até o momento da formatura, que é marco de um início de nova caminhada: cada um seguirá, por caminhos, vários, em busca de realizar seus projetos. O que nos espera? Desafios, por certo!

Em seu discurso, o Magnífico Reitor, Prof. Edward Madureira Brasil, observou que, no último vestibular da UFG, ficaram ociosas cerca de 800 vagas de todos os cursos de licenciatura oferecidos. Essa informação me fala muitas coisas, principalmente desperta perguntas, muitas, e inquietações.

Com as iniciativas de abertura da universidade pública para segmentos mais pobres da sociedade, a tendência (que já começa a ser observada como fato) é de que a elite migre para outras instituições, com vistas à formação de seus filhos. Particularmente no tocante aos cursos mais competitivos, que formam os núcleos duros do giro da economia: engenharias, medicina, etc. O que já se pode observar, é o fortalecimento desses cursos em algumas instituições da iniciativa privada, com a presença reforçada da classe média alta ali. Para as universidades públicas, fica a missão de formação nos campos profissionais menos qualificados na estrutura hierárquica política e econômica. Dentre esses, a educação. Aos pobres cabe a preparação para que eduquem os pobres. De maneira sempre precária. No máximo, são estimulados (instados?) a superar as carências buscando ser criativos... Mais que lamentável, é uma situação perversa. 

Nessas bases, a carreira para o professor universitário começa, já, a ser desqualificada. Basta notar as diferenças abissais entre os planos de carreira para professores que ingressaram há 10 anos nas instituições federais de ensino superior, e os que passarão a ingressar a partir de agora. Há uma profunda cisão entre esses dois quadros. Cisão que, muito provavelmente, terá profundas repercussões na qualidade do ensino a ser promovido ali.

Por outro lado, nas instituições públicas de educação básica, as carreiras de professor vêm sendo depauperadas há bem mais tempo. Há muitas décadas as elites migraram das escolas públicas, levando consigo as garantias de ensino de qualidade. Deixaram, para os pobres, promessas de universalização, sem esperanças de qualidade efetiva. Os estudantes das escolas públicas têm a certeza de serem aprovados. Aprender? Bom, isso já é outra história... na maior parte dos casos, não aprenderão o necessário para competir de igual para igual, no mercado profissional e acadêmico. Os professores não têm muitas razões para se entusiasmar com seus desafios: escolas sem estrutura e sem segurança, integridade física em risco, salários aviltantes, políticas públicas marcadas pela hipocrisia. 

Não é por acaso, Prof. Edward, que cerca de 800 vagas para cursos de licenciatura permaneceram ociosas na nossa universidade...








terça-feira, 9 de abril de 2013

Formatura da Turma Profª Alice Fátima Martins de Licenciatura em Artes Visuais - FAVUFG




No dia 18 de abril próximo, às 20h, no Centro de Eventos da UFG, acontecerá a colação de grau da turma de Licenciatura em Artes Visuais - FAV/UFG que me deu a honra e o presente de tomar meu nome como referência.

Assim, além de meu nome, também minha alegria e meu afeto os acompanharão pelas suas veredas profissionais, e as demais que a vida vai tecendo para que possamos trilhar. Do mesmo modo, ficará comigo a saudade de cada rosto, cada sorriso, cada inquietação partilhada em aula, durante quanto tempo!

Que vocês sejam felizes, e, sobretudo, nunca percam de vista que as venturas de ensinar e aprender são a melhor parte de tudo, principalmente quando compartilhadas.

Contem sempre comigo!



quarta-feira, 27 de março de 2013

Passagens entre cinema e arte contemporânea: para um “cinema de exposição”






Desde há pouco mais de 20 anos, em crescente grau de intensidade, o cinema e a arte contemporânea têm manifestado formas de aproximação mútua que tomam a forma de múltiplas e variadas relações.  A mais evidente é, sem dúvida, a recuperação, mais frequente em espaços expositivos, de obras ou de imagens cinematográficas, convocada por meio de instalações, projeções, e vários dispositivos. A presença muito clara de uma espécie de "efeito cinema" na arte contemporânea opera tanto literalmente por "exposição" (mais ou menos transformadas) de filmes, como pela reciclagem de fragmentos de arquivos de filme, ou a reconstituição do filme de referência (como se diz na reconstituição de um crime), por vezes é menos o caso de migração de imagens que de migração dos dispositivos (trabalho sobre a forma das salas, da tela, da projeção, da postura do espectador, etc.), outras vezes, mais indiretamente, talvez mesmo de maneira francamente metafórica, ela segue por paralelos, alusões, coincidências e semelhanças formais ou conceituais.

Por outro lado, simetricamente, é possível notar que, no centro da indústria e da instituição cinematográfica, muitos cineastas manifestam uma crescente tomada de consciência das questões da cena artística (por exemplo, pensar o filme como museu, ou opor um valor de exposição do cinema a um valor de projeção), ou abrem seu trabalho a experiências de figuração e estruturação “plásticas”, ou às novas apresentações visuais (sob a forma de instalações ou de performances), quando não se transformam, eles próprios, em “curados” da exposição.

Finalmente, no plano histórico, é preciso não esquecer, que, desde algum tempo, o domínio do chamado “cinema experimental” (cinema expandido ou montagens com filmes já realizados), e mesmo o vídeo-arte (desde a vídeo-escultura à instalação-projeção) têm cumprido um papel de transitar na interseção midiática entre a arte e o cinema.


Philippe Dubois é professor no Departamento de Cinema e Audiovisual da  Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3, onde é titular da cadeira de Teorias das formas visuais. Entre os livros publicados, estão: O ato fotográfico, e La Question vidéo. Entre cinéma et art contemporain (éd. Yellow Now, 2012)