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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Pedagogias Culturais (Coleção Cultura Visual e Educação)



Lançamento do 6º volume da Coleção Cultura Visual e Educação, Organizado por Raimundo Martins e Irene Tourinho . O lançamento será dia 30, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, na Feira do Livro de Santa Maria.
O sexto volume da Coleção Cultura Visual e Educação - Pedagogias Culturais - explora diferentes pontos de interseção que as pedagogias culturais suscitam, especialmente quando imbricadas com a cultura visual. Um amplo espectro de interesses reúne autores que discutem propostas, questões e práticas partindo das artes visuais, do corpo, da performance, do funk, do cinema, dos brinquedos, dos games e, ainda, da escola ou de lugares como shopping centers, ruas e praças. 


SUMÁRIO

Investindo no potencial das Pedagogias Culturais...........................................11
Agradecimentos.............................................................................................15

Parte I
Sobre projetos, performance e corpo em produções artísticas e pedagógicas...

Enredando-nos dentro e fora das pedagogias: paradoxos e desafios das políticas e Pedagogias Culturais................................................................19
Javier Rodrigo e Antonio Collados

Corpo, arte, vida e educação: contribuições da performance para as Pedagogias Culturais........................................................................................45
Arao Paranaguá de Santana

Entre madonas virgens e eróticas: corpo, imagem e afetos como investimentos das Pedagogias Culturais.............................................................73
Odailso Berté e Irene Tourinho

Pedagogias Culturais nas entre viradas: eventos visuais & artísticos...................101
Tatiana Fernández e Belidson Dias

Parte II
Sobre cinema e seus terrenos educativos...

Aprendendo a ser docente através de filmes: possíveis trânsitos entre cinema e educação.............................................................................................141
Lutiere Dalla Valle

O cinema como modo de pensamento, o cinema como forma de forçar o pensar............................165
Marilda Oliveira de Oliveira

Becos e trânsitos entre escola e cinema........................................................177
Alice Fátima Martins

Parte III
Sobre artefatos e práticas culturais de crianças e jovens...

Imagens na educação infantil como Pedagogias Culturais...................................199
Susana Rangel Vieira da Cunha

O que os jogos eletrônicos querem ensinar? reflexões sobre divertimento e educação.....................................................................................225
Jordana Falcao e Raimundo Martins

Entornos da aprendizagem entre jovens produtores de Cultura Visual: traços e características..............................................................................247
Imanol Aguirre

Culturas juvenis para além dos interditos culturais: o funk carioca, potência e beleza....................................275
Aldo Victorio Filho


Parte IV
Sobre lugares, experiências e condições cotidianas que arquitetam conhecimentos...

Pedagogia das imagens: de artes visuais e shopping centers.......................293
Fernando Miranda

O lugar das pedagogias culturais em um projeto interdisciplinar de colaboração: factoría piedra buena – oficina de brinquedos.......................................................315
Laura Cardona, Ester G. Mecías, Celia Prats e Meritxell Romanos

Pedagogias Culturais: o processo de (se) constituirem um campo que vincula conhecimento, indagação e ativismo.........................................................................329
Fernando Hernández

Possibilidades de pesquisas com artefatos culturais nos cotidianos das redes educativas, em conversas.....................................................................357
Nilda Alves e Nívea Andrade

Sobre os autores............................................................................................................377










segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

PPG Arte e Cultura Visual: nova página



Esta é a nova página do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual. Ainda sendo montada, está quase pronta! 
Vocês já deram uma passadinha por lá? Este é o link: http://culturavisual.fav.ufg.br/
O antigo endereço redireciona para este.



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Visualidades: Chamada para contribuições/Call for papers 2014

Chamada para contribuições/Call for papers 2014
Visualidades

ISSN  impresso 1679-6748 | on-line: 2317-6784
Editora: Rosana Horio Monteiro
Classificação Qualis/Capes
Artes/Música: A2 / Interdisciplinar: B1 / História: B2

A revista Visualidades, publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais (FAV|UFG), está recebendo originais, sob a forma de artigos, relatos de pesquisa, entrevistas, resenhas e resumos de dissertações e teses, para as duas edições de 2014.

As contribuições originais — em português, espanhol, inglês ou francês — devem ser enviadas até 31 de março.

Números anteriores da revista podem ser consultados em:

Para outras informações: revistavisualidades@gmail.com

Normas para autores/Authors guidelines

Os originais, sob a forma de artigos, ensaios visuais, relatos de pesquisa, entrevistas, resenhas e resumos de dissertações e teses, serão avaliados preliminarmente pelo Conselho Editorial quanto à pertinência à linha editorial da revista. Numa segunda etapa, as contribuições enviadas serão submetidas a pareceristas ad hoc. O Conselho Editorial reserva-se o direito de propor modificações no texto, conforme a necessidade de adequá-lo ao padrão editorial e gráfico da publicação.

Artigos e entrevistas deverão ter entre 4.000 e 9.000 palavras. Resenhas: até 2.000 palavras. Resumos de teses e dissertações: até 400 palavras. Relatos de pesquisa: até 3.000 palavras. Serão aceitas resenhas de livros publicados no Brasil há dois anos, no máximo, e, no exterior, há cinco anos. Serão aceitas também resenhas de filmes e exposições. As imagens para os ensaios visuais podem ser em P&B ou cor, com resolução mínima de 300 dpi.
O texto deve ser acompanhado de uma biografia acadêmica do(s) autor(es) em, no máximo, 5 linhas, e das seguintes informações complementares: endereço completo do autor principal, instituição à qual está ligado e e-mail. Essas informações devem ser enviadas separadamente.
Os trabalhos devem ser precedidos de um resumo de 5 a 8 linhas e 3 palavras-chave, ambos em inglês e português (os abstracts devem ser acompanhados pelo título do artigo em inglês). As resenhas devem ter título próprio e diferente do título do trabalho resenhado e devem apresentar referências completas do trabalho analisado.
Os textos deverão ser digitados no editor Microsoft Word (Word for Windows 6.0 ou posterior), salvos no formato Rich Text Format (rtf), com página no formato A4, fonte Times New Roman, corpo 12, entrelinhamento 1,5 e parágrafos justificados.
As notas devem ser sucintas, empregadas apenas para informações complementares e não devem conter referências bibliográficas. Devem ser inseridas no final do texto, antes das referências bibliográficas, e numeradas seqüencialmente.


Referências bibliográficas:

Quando o autor citado integrar o texto, usar o formato: Autor (ano, p.). Em caso de citação ao final dos parágrafos, usar o formato: (SOBRENOME DO AUTOR, ano, p.). Diferentes títulos do mesmo autor publicados no mesmo ano serão identificados por uma letra após a data (SILVA, 1980a), (SILVA, 1980b). As referências bibliográficas completas devem ser informadas apenas no final do texto, em ordem alfabética, de acordo com as normas da ABNT (NBR-6023/2000):

SOBRENOME, Nome. Título do livro em itálico: subtítulo. Tradução. Edição, Cidade: Editora, ano, p. ou pp.

SOBRENOME, Nome. Título do capítulo ou parte do livro. In: SOBRENOME, Nome do organizador (Org.). Título do livro em itálico. Tradução, edição, Cidade: Editora, ano, p. X-Y.

SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em itálico. Cidade: Editora, vol., fascículo, p. X-Y, mês, ano.

Documentos eletrônicos:

Para a referência de qualquer tipo de documento obtido em meio eletrônico, deve-se proceder da mesma forma como foi indicado para as obras convencionais, acrescentando o URL completo do documento na Internet, entre os sinais <  >, antecedido da expressão Disponível em: e seguido da informação Acesso em:

SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em itálico. Cidade: Editora, vol., fascículo, p. X-Y, mês, ano. Disponível em: <http://www>. Acesso em: dia mês ano.

Os originais, o currículo resumido do(s) autor(es), as imagens e um documento assinado com a cessão de direito de uso de cada imagem, quando necessário, devem ser enviados por e-mail em arquivos separados. As imagens devem ser gravadas no formato TIFF ou JPEG, com resolução mínima de 300 dpi. A permissão para a reprodução das imagens é de inteira responsabilidade do(s) autor(es). Cada autor receberá 3 (três) exemplares do número em que for publicada sua colaboração. Os originais não serão devolvidos aos autores.

A revisão ortográfica, gramatical e a adequação às normas da ABNT são de inteira responsabilidade do(s) autor(es). As colaborações para a revista Visualidades devem ser enviadas para o seguinte endereço:

E-mail: revistavisualidades@gmail.com (A/C: Cátia Ana Baldoino da Silva)

Authors guidelines

Submitted manuscripts, in the form of articles, visual essays, research reports, interviews, reviews, and abstracts from dissertations and thesis are initially assessed by the Editorial Board for relevance with the journal's editorial line. Following this initial screening, manuscripts are submitted to ad hoc reviewers. The Editorial Board is entitled to suggest changes to the texts, in case these need to meet the journal's editorial and graphic standards.

Articles and interviews must not have less than 4,000 and more than 9,000 words. Reviews must not exceed 2,000 words; abstracts from dissertations and thesis must not exceed 400 words; research reports must not exceed 3,000 words. The journal accepts reviews that were published in Brazilian journals up to two years prior to submission and in international journals up to five years prior to submission. Film and exhibition reviews may also be submitted. Images for visual essays may be provided in black and white or in color (at least 300 dpi).

Authors must include a brief academic curriculum vitae not exceeding five lines, stating: main author's full address, institutional affiliation, and e-mail address. This information should be provided separately.

Manuscripts must include a short abstract (5 to 8 lines long) and three keywords prior to the main text, in both Portuguese and English (abstracts must provide an English version of the text title). Reviews must have their own title and not be named after the work being reviewed; furthermore, they must include complete references of the work being reviewed.

Texts should be typed on A4 paper in Microsoft Word (Word for Windows 6.0 or later version) and saved in Rich Text Format (rtf), using Times New Roman 12 pt, 1.5 line spacing, and justified paragraphs.

Notes should be brief and refer strictly to complementary information; they should not contain references. They should follow the main text, prior to the References section, and be numbered in sequence.

References:

When the name of the author being quoted is part of the text, use the format: Author name (year, p.). In case of quotation at the end of paragraphs, use the format: (AUTHOR NAME, year, p.). A lowercase letter should be added to dates for texts published by an author in the same year: (SILVA, 1980a), (SILVA, 1980b). Full references should only be listed at the end of the text, in alphabetical order, in accordance with the norms provided by Brazil's technical standards association ABNT (NBR-6023/2000):

NAME, Forename. Book Title: subtitle. Translated by Forename Name. Edition. City: Publisher, year.

NAME, Forename. Title of chapter or part of a book. In: NAME, Forename of book organizer (Org.). Book Title. Translated by Forename Name. Edition. City: Publisher, year. p. X-Y.

NAME, Forename. Title of article. Name of the journal, city: publisher, volume, issue, p. X-Y, month, year.

Electronic Documents:

Referencing electronic sources follows the same format as that of print sources, but it should include information regarding the source's location on the internet. References should provide the document's complete URL, placed within graphic symbols <  > following the expression Available at: and before the access date (Accessed on:).

NAME, Forename. Title of article. Name of the journal, city: publisher, volume, issue, p. X-Y, month, year. Available at: <http://www>. Accessed on: day month year.

All submitted manuscripts, authors' curriculum vitae, images, as well as a signed statement declaring permission to reproduce each image, when required, should be sent by e-mail in separate files. Images should be saved in TIFF or JPEG formats in at least 300 dpi. Obtaining permission to reproduce images is the responsibility of the contributor(s). Each author will receive three copies of the issue in which the article appears. Manuscripts are not returned to their respective authors.

It is the sole responsibility of the contributors to proofread their texts as regards spelling, grammar, and ABNT editing guidelines. Manuscripts should be sent to the following email:

E-mail: revistavisualidades@gmail.com (to: Cátia Ana Baldoino da Silva)
arteeculturavisual@gmail.com

Programa de Pós-Graduação Em Arte e Cultura Visual
Mestrado e Doutorado
Secretaria:
Fone: 55 62 3521-1440
culturavisual@fav.ufg.br
www.fav.ufg.br/culturavisual




segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

INFORME sobre processo seletivo para aluno regular - 2014/2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
FACULDADE DE ARTES VISUAIS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E CULTURA VISUAL

INFORME Processo seletivo para aluno regular

Processo seletivo para aluno regular – PPG Arte e Cultura Visual

Informamos a toda a comunidade acadêmica que a partir de 2014 o Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual não mais aplicará prova para avaliar a capacidade de leitura em língua estrangeira, nos processos de seleção para aluno regular. Assim, no ato da inscrição, o candidato deverá apresentar, como parte da documentação exigida, os certificados ou diplomas emitidos por uma das instituições abaixo relacionadas, com validade de 2 (dois) anos até a data da inscrição para o Processo Seletivo PPGACV, emitido por uma das instituições abaixo relacionadas:

1.Francês
• DALF
• DAEFLE - Diplôme d'Aptitude à l'enseignement du Français Langue Etrangère
• Certificado do Teste de proficiência da CAPES/CNPq emitido pela Aliança Francesa de Goiânia
• CASLE/UFG

2. Espanhol
• DELE (Intermediário e Superior, expedido pelo governo espanhol)
• CELU (expedido por universidades argentinas)
• CASLE/UFG

3. Inglês
• Michigan
• TOEFL - score igual ou maior que 74,2
• FCE - (Conceitos C, B ou A)
• CAE - (Conceitos C, B ou A)
• CPE - (Conceitos C, B ou A)
• IELTS - (Score igual ou maior que 6,0)
• CASLE/UFG






terça-feira, 28 de maio de 2013

Boi de maio - intervenção urbana colaborativa. Iporá/GO. Maio de 2013

Uma trupe de quatorze pessoas seguiu para Iporá, para se reunir a outra trupe com mais pessoas, dentro da programação da Universidade das Quebradas em Rede, Sessão Goiás, com ações coordenadas pelo Prof. Cleomar Rocha. Parceiros dessa ação: UFG, MediaLab/UFG, SeCult/GO, Secretaria de Cultura de Iporá, IFG/Iporá, UEG, GIRA.

No sábado à tarde, foram realizadas várias oficinas, dentre as quais, a de fotografia, coordenada pela fotógrafa Julia Mariano, acompanhada por mim, pelo Pablo de Regino e pelo Marcelo. A Lizi, fotógrafa residente em Iporá, integrou o grupo, com participação fundamental. A luz era doce sobre Iporá, quando o grupo saiu com a proposta de produzirem imagens pouco familiares de paisagens e objetos familiares aos seus olhares. Por sugestão do Prof. Cleomar, planejamos projetar as fotografias em meio à festa da cidade, a Festa de Maio, onde havia muitas barracas, e muito movimento de pessoas.

À noite, então, buscávamos um bom lugar para fazer as projeções. Quando nos deparamos com o boi de fibra de vidro, figura central na festa, disputado entre adultos e crianças que posavam ao seu lado em registros fotográficos. O boi, referência à economia da região, à cultura do lugar, de superfície branca e ampla, oferecia-se como telão, como écran aos passantes. O olho aguçado da Júlia percebeu a relação, elegendo o sítio para as projeções organizadas em duas etapas: projeções feitas pelo quadricóptero, em projeto desenvolvido pelo mestrando Pablo de Regino e pelo Prof. Cleomar Rocha, e projeções das imagens capturadas pelo grupo da Oficina de fotografia.

Assim, o Boi de Maio foi revestido por imagens que se relacionaram com o público da festa, com a cidade, com o imaginário da região. Foi vestido, e retribuiu com sua imponência, com sua âncora no lugar, num encontro denso, intenso, que nos impactou, a todos, de modo inesquecível. Em sua retribuição, integrou a atmosfera de acolhimento à trupe de Goiânia, parceiros no coletivo que assina o Boi de Maio: Cleomar, Alice, J. Bamberg, Júlia, Marcelo, Neto, Wilson, Pablo, Maria Antônia, Jordão, Veramar, Lucas, Marcelo Reis, Mário. A estes, reúnem-se os membros do GIRA, de Iporá, e todos os que integraram a Oficina de Fotografia.

Viva o Boi! Viva a Festa de Maio! Viva Nossa Senhora Auxiliadora, padroeira de Iporá! Viva o Boi de Maio! 
Ao deguste!














quarta-feira, 3 de abril de 2013

Catadores de Sucata da Indústria Cultural

Lançamento do livro Catadores de Sucata da Indústria Cultural, Coleção FUNAPE/UFG
Dia 11 de abril, 5a feira, às 19h
Espaço Multiuso da Biblioteca do Campus I, Setor Universitário, Goiânia/GO





quarta-feira, 27 de março de 2013

Passagens entre cinema e arte contemporânea: para um “cinema de exposição”






Desde há pouco mais de 20 anos, em crescente grau de intensidade, o cinema e a arte contemporânea têm manifestado formas de aproximação mútua que tomam a forma de múltiplas e variadas relações.  A mais evidente é, sem dúvida, a recuperação, mais frequente em espaços expositivos, de obras ou de imagens cinematográficas, convocada por meio de instalações, projeções, e vários dispositivos. A presença muito clara de uma espécie de "efeito cinema" na arte contemporânea opera tanto literalmente por "exposição" (mais ou menos transformadas) de filmes, como pela reciclagem de fragmentos de arquivos de filme, ou a reconstituição do filme de referência (como se diz na reconstituição de um crime), por vezes é menos o caso de migração de imagens que de migração dos dispositivos (trabalho sobre a forma das salas, da tela, da projeção, da postura do espectador, etc.), outras vezes, mais indiretamente, talvez mesmo de maneira francamente metafórica, ela segue por paralelos, alusões, coincidências e semelhanças formais ou conceituais.

Por outro lado, simetricamente, é possível notar que, no centro da indústria e da instituição cinematográfica, muitos cineastas manifestam uma crescente tomada de consciência das questões da cena artística (por exemplo, pensar o filme como museu, ou opor um valor de exposição do cinema a um valor de projeção), ou abrem seu trabalho a experiências de figuração e estruturação “plásticas”, ou às novas apresentações visuais (sob a forma de instalações ou de performances), quando não se transformam, eles próprios, em “curados” da exposição.

Finalmente, no plano histórico, é preciso não esquecer, que, desde algum tempo, o domínio do chamado “cinema experimental” (cinema expandido ou montagens com filmes já realizados), e mesmo o vídeo-arte (desde a vídeo-escultura à instalação-projeção) têm cumprido um papel de transitar na interseção midiática entre a arte e o cinema.


Philippe Dubois é professor no Departamento de Cinema e Audiovisual da  Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3, onde é titular da cadeira de Teorias das formas visuais. Entre os livros publicados, estão: O ato fotográfico, e La Question vidéo. Entre cinéma et art contemporain (éd. Yellow Now, 2012)




terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

TRANS: VI SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM ARTE E CULTURA VISUAL





TRANS:

VI SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM ARTE E CULTURA VISUAL

GOIÂNIA, GO

10 a 12 de junho de 2013


Submissão de trabalhos: 11 de fevereiro a 20 de abril de 2013

Informações e inscrições: www.fav.ufg.br/seminario


Em 2013, o Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais (FAV/UFG) comemora 10 anos. Autorizado pela CAPES em 2003, como Programa de Pós-Graduação em Cultura Visual, ele muda de nome em 2010, com a aprovação de seu programa de doutorado, cuja primeira turma ingressa no ano seguinte.


Durante essa década, o Programa, pioneiro na institucionalização do campo de estudos da cultura visual no país, tem realizado anualmente o seu já tradicional seminário de pesquisa que, a partir de 2008, tornou-se nacional. O seminário organizado em torno da área de concentração do Programa – Arte, Cultura e Visualidades – procura reunir a cada edição pesquisadores brasileiros e estrangeiros com o objetivo principal de difundir e estimular a investigação e o debate no – e do – campo dos estudos de cultura visual.


O seminário de 2013 propõe o desafio de pensar o conceito de “trans” (que vai além, que atravessa) não apenas como tema, mas também como ponto de partida para nossas investigações, propiciando a criação de integrações possíveis entre a arte, a história, a ciência, o cinema, a teoria, a prática, o ativismo. Como podem os processos culturais e políticos inseridos no conceito de “trans” em transmediação, transepistemologia, transculturalidade, transdisciplinaridade, transexualidade marcarem não apenas cruzamentos de hibridização, mas também promoverem mudanças estruturais?


Assim, esperamos receber contribuições de pesquisas concluídas ou em andamento na forma de comunicações orais e/ou narrativas visuais que reflitam ou transgridam as zonas cinzentas entre e dentro de disciplinas acadêmicas, modelos teóricos e métodos de criação e produção de visualidades.


Afinal, como W. J. T. Mitchell, um dos nomes fundadores do campo da cultura visual, afirmou na conferência de abertura de nosso Programa de Doutorado, em 2011, (A vida das imagens), o importante sobre os estudos visuais é a indisciplina, aquela que pode romper certas fronteiras, abrir novos canais, ver novas coisas, perceber problemas sobre os quais não pensávamos antes.


Profa. Dra. Rosana Horio Monteiro

Coordenadora
VI Seminário Nacional de Pesquisa em Arte e Cultura Visual.







sábado, 8 de dezembro de 2012

Colóquio sobre Pesquisa em Arte e Cultura Visual - dia 12/12

Dia 12/12 está chegando!
Vamos conversar sobre pesquisa na Graduação e na Pós-Graduação
Conversa entre gente curiosa, que pergunta sobre coisas que quer aprender, e compartilha as perguntas, na ação solidária para construir caminhos de conhecer.