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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Palavras e imagens


Numa plataforma digital de compartilhamento de conteúdos, encontrei a replicação de uma postagem, na qual alguém contava uma história mais ou menos assim: quando criança, ele assistira a uma palestra, na escola, de um padre que trabalhava com causas sociais. Em sua fala, o padre explicava a importância da empadinha para se ajudar as pessoas pobres. Segundo o relato, o padre enfatizou muito a questão da empadinha no trabalho junto às pessoas pobres. E o rapaz teria ficado muito intrigado, perguntando-se o porquê da empadinha. Não seria mais eficiente providenciar pão e outros alimentos? Cerca de 30 anos depois, ele descobriu que o padre estava falando, de fato, de empatia, e não de empadinha.

Achei muita graça do relato, compartilhei com pessoas amigas, para também compartilhar os risos. Enquanto contava à minha irmã, constatei que durante vários dias, enquanto lia e contava o relato, eu pensava em coxinha ante a palavra empadinha. Rimos muito do caso. Então ela resolveu contar sobre um rapaz de nossa cidade natal que teria quebrado o braço, em decorrência de um acidente. Disse: “Ele estava montando...” e eu a interrompi, completando a frase: “... um burro xucro!”. Não, “ele estava montando um toldo...”. Ele trabalhava com instalação de toldos... Isso foi motivo de muitos risos.

Lembramos de outra ocasião, quando se instalaram as primeiras barreiras eletrônicas para controle de velocidade de veículos automotores, nas vias da cidade. Minha irmã me explicou, à época, que se passássemos “montados na faixa”, o sensor eletrônico não capturaria. Eu, com o repertório de imagens que conecto à palavra montar e seus derivados, fui logo imaginando alguém a trote, montando um cavalo, passando pelos sensores. E concluí que não seria capturado pelos sensores, provavelmente, pela baixa velocidade. Mas o que ela queria dizer era que se os carros passassem com uma lateral numa faixa e outra lateral noutra faixa...

Agora fico a imaginar alguém montando um cavalo xucro sendo capturado pelos sensores eletrônicos de velocidade, enquanto busca uma empadinha... (ou seria uma coxinha?) vendida sob algum toldo... 

 

 

 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Você já foi a Pirenópolis?

fim de tarde...

primeira estrela (que não é estrela...)


vista do alto da Rua do Lazer

a Igreja Matriz, restaurada


o II Pirenópolis Doc foi um sucesso!


Domingo tem até engarrafamento! Mas logo passa...


Nada, nada tira o charme da ponte sobre o Rio das Almas...






quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O Castelo, o fosso, o tesouro e os piratas



Na torre mais alta do castelo sobre a colina, foi guardado um tesouro feito com bananas, canela e passas de uva.
Na torre mais alta do castelo, o bolo repousou gostosuras...


O perfume estendeu-se da torre até as diversas formas de vida à volta: grandes, pequenas e muito pequenas, mamíferos e insetos...
O perfume do tesouro despertou apetites...


Mas, na parte de baixo da torre do castelo, havia um fosso com água e crocodilos imensos, e sem pontes levadiças. 



O fosso foi construído estrategicamente por gigantes gulosos, para proteger o tesouro dos pequeninos piratas, muitos, que percorrem as cercanias, buscando doçuras...









sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

2001 e Interestelar



2001: A space odyssey
2001: Uma odisseia no espaço
Stanley Kubrick
 1968 



Interstellar
Interestelar
Christopher Nolan
2014





sábado, 27 de dezembro de 2014

De memórias e melodias registradas em fitas K7




Quando o computador não funciona, quando o aparelho para tocar CDs e DVDs também estraga, quando a paciência para ouvir música nessas engenhocas portáveis com som de qualidade duvidosa se acaba, eu me lembro da minha coleção de fitas K7, guardada desde o início dos anos 1980, com coletâneas cuidadosamente organizadas, recolhidas de discos de vinil, ou de outras fitas K7. 

Cada caixinha de acrílico ganhava uma capa personalizada, como estas duas. A primeira, tem músicas de Egberto Gismont dos anos 1960, num lado, e as primeiras gravações de Margareth Menezes, no outro lado. A segunda fita tem uma coletânea de Pena Branca e Xavantinho ocupando os dois lados. 

É digno de nota a qualidade do som registrado. Apesar dos quase 30 anos, as fitas preservam a qualidade magnética, reproduzindo as músicas praticamente como foram gravadas. Apenas algumas breves oscilações nos canais do estéreo. 

Um pequeno detalhe: meu toca-fitas tem recursos invejáveis. Roda para a frente e para trás, e me oferece a opção de tocar lados A e B de duas fitas, até o fim. Além disso, localiza os intervalos entre as músicas, se eu quiser avançar alguma que me pareça desinteressante. Além disso, duas canetas bic foram guardadas junto às fitas. Ferramenta indispensável para a tecnologia em questão.

Um viva às músicas de todos os tempos!
Um viva às tecnologias analógicas e digitais, e todas as demais!
Viva a fita K7 e a caneta bic!
Viva 2015!




domingo, 15 de dezembro de 2013

Tramas na ocupação do MediaLab

Dentro da programação planejada para o último encontro presencial da turma de Licenciatura em Artes Visuais, modalidade EaD/PARFOR/FAV/UFG, programamos a ocupação do prédio ainda inacabado do MediaLab, com uma instalação formada por tramas e nós. No dia 13 de dezembro, durante todo o dia, mais de 50 pessoas nos dedicamos ao trabalho. As imagens dão conta, parcialmente, da intensidade, da densidade e da leveza do processo. 

A sala expositiva preparada para receber a instalação


Muitas mãos entrelaçam, amarram, estendem, esticam, tensionam, afrouxam, trançam, suspendem, tramam...






A Profª Lílian Amaral, parceira nas redes e tramas



O espaço foi sendo tomado... do lado de dentro...


... e do lado de fora!


Qual palavra define aquilo com que você chegou aqui? Qual palavra define aquilo que você levará daqui, na sua volta? Palavras... nomes... imagens...



Chico, mestre do brincar, parceiro cheio de sabedoria!